Na ortografia não se mexe?
Debate sobre língua, ortografia e identidade, as reformas ortográficas; a inovação ortográfica no texting
Com João Paulo Silvestre e Rosa Cabecinhas, com moderação de Rui Sousa Silva.
Local: Sala Padaria Velha
Convidados

© Paulo Duarte
Rui Sousa–Silva é professor auxiliar da Faculdade de Letras (FLUP), investigador e Coordenador Científico do Centro de Linguística (CLUP) da Universidade do Porto, onde desenvolve a sua investigação em Linguística Forense (análise de autoria, análise e deteção de plágio e cibercrime). É membro da Comissão de Ética da FLUP e coordenador do grupo de trabalho de Linguística Computacional da Ação COST LITHME – Language in the Human–Machine Era. É doutorado em Linguística Aplicada pela Aston University (Birmingham, Reino Unido), autor de dezenas de publicações e coeditor da 2ª edição do The Routledge Handbook of Forensic Linguistics.
Rui Sousa–Silva é professor auxiliar da Faculdade de Letras (FLUP), investigador e Coordenador Científico do Centro de Linguística (CLUP) da Universidade do Porto, onde desenvolve a sua investigação em Linguística Forense (análise de autoria, análise e deteção de plágio e cibercrime). É membro da Comissão de Ética da FLUP e coordenador do grupo de trabalho de Linguística Computacional da Ação COST LITHME – Language in the Human–Machine Era. É doutorado em Linguística Aplicada pela Aston University (Birmingham, Reino Unido), autor de dezenas de publicações e coeditor da 2ª edição do The Routledge Handbook of Forensic Linguistics.
João Silvestre (Portugal, 1952) Nasceu na vila de Pernes. Foi voluntário na Armada Portuguesa, integrando as forças da Nato. Após o serviço militar, foi empregado bancário até à idade da reforma. Participou de grupos de teatro como BEScénico Teatro de Ensaio, Companhia de Actores, Rastilho e A Barraca. Faz parte da Companhia Maior desde 2014, tendo trabalhado com encenadores como Tónan Quito, Pedro Penim, Joana Craveiro, Sofia Dias & Vítor Roriz e Marco Martins.
João Silvestre (Portugal, 1952) Nasceu na vila de Pernes. Foi voluntário na Armada Portuguesa, integrando as forças da Nato. Após o serviço militar, foi empregado bancário até à idade da reforma. Participou de grupos de teatro como BEScénico Teatro de Ensaio, Companhia de Actores, Rastilho e A Barraca. Faz parte da Companhia Maior desde 2014, tendo trabalhado com encenadores como Tónan Quito, Pedro Penim, Joana Craveiro, Sofia Dias & Vítor Roriz e Marco Martins.

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