Debate: a ficção científica já deixou de ser ficção?
Com Carlos Fiolhais, Luís Filipe Silva, Rui Cardoso Martins e moderação de Luís Ricardo Duarte.
Local: Sala Amassaria
Convidados

Luís Ricardo Duarte nasceu em Lisboa, em 1977, e cresceu em Setúbal. É jornalista do Jornal de Letras, Artes e Ideias desde 2003. Licenciou-se em História da Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), tendo aí dirigido o jornal Os Fazedores de Letras. Fez formação complementar em Literatura, ainda na FLUL e na Universidade de Coimbra, e em Jornalismo, no CENJOR. Tem desenvolvido trabalho em torno da promoção do livro e da leitura em livrarias e escolas. É autor do podcast Verdes Anos, sobre primeiros livros de escritores, e do álbum O Mundo Fantástico da Arte através dos Tempos. Lê para escrever e escreve para ler.
Luís Ricardo Duarte nasceu em Lisboa, em 1977, e cresceu em Setúbal. É jornalista do Jornal de Letras, Artes e Ideias desde 2003. Licenciou-se em História da Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), tendo aí dirigido o jornal Os Fazedores de Letras. Fez formação complementar em Literatura, ainda na FLUL e na Universidade de Coimbra, e em Jornalismo, no CENJOR. Tem desenvolvido trabalho em torno da promoção do livro e da leitura em livrarias e escolas. É autor do podcast Verdes Anos, sobre primeiros livros de escritores, e do álbum O Mundo Fantástico da Arte através dos Tempos. Lê para escrever e escreve para ler.
Carlos Fiolhais doutorou-se em Física Teórica na Universidade Goethe, em Frankfurt (1982). É professor catedrático emérito de Física da Universidade de Coimbra. É autor de mais de 70 livros pedagógicos e de divulgação, alguns de circulação internacional (destaca-se Física Divertida, de 1991, na Gradiva), e de numerosos artigos científicos (mais de 200), pedagógicos e de divulgação, um dos quais com um número recorde de citações de autores em Portugal. Fundou o Centro Computacional da Universidade de Coimbra onde ajudou na instalação dos primeiros supercomputadores nacionais. Além da Física Computacional, interessou-se pela história da ciência (co-dirigiu as Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa). Dirigiu a Gazeta de Física da Sociedade Portuguesa de Física. Dirigiu a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, onde criou repositórios digitais, e dirige a coleção Ciência Aberta da Gradiva. É um dos mais conhecidos divulgadores de ciência em Portugal. Colabora na imprensa, na rádio e na televisão. Ganhou vários prémios e distinções, entre as quais em 2005 a Ordem do Infante D. Henrique e o Globo de Ouro de Mérito e Excelência em Ciência da SIC. Em 2024, a Câmara Municipal de Coimbra deu-lhe a Medalha de Ouro da Cidade e atribuiu o seu nome a uma nova biblioteca, na qual vai ficar o seu espólio.
Carlos Fiolhais doutorou-se em Física Teórica na Universidade Goethe, em Frankfurt (1982). É professor catedrático emérito de Física da Universidade de Coimbra. É autor de mais de 70 livros pedagógicos e de divulgação, alguns de circulação internacional (destaca-se Física Divertida, de 1991, na Gradiva), e de numerosos artigos científicos (mais de 200), pedagógicos e de divulgação, um dos quais com um número recorde de citações de autores em Portugal. Fundou o Centro Computacional da Universidade de Coimbra onde ajudou na instalação dos primeiros supercomputadores nacionais. Além da Física Computacional, interessou-se pela história da ciência (co-dirigiu as Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa). Dirigiu a Gazeta de Física da Sociedade Portuguesa de Física. Dirigiu a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, onde criou repositórios digitais, e dirige a coleção Ciência Aberta da Gradiva. É um dos mais conhecidos divulgadores de ciência em Portugal. Colabora na imprensa, na rádio e na televisão. Ganhou vários prémios e distinções, entre as quais em 2005 a Ordem do Infante D. Henrique e o Globo de Ouro de Mérito e Excelência em Ciência da SIC. Em 2024, a Câmara Municipal de Coimbra deu-lhe a Medalha de Ouro da Cidade e atribuiu o seu nome a uma nova biblioteca, na qual vai ficar o seu espólio.


Nos tempos livres, Luís Filipe Silva (n. 1969) escreve ficção científica (despudor que comete há mais anos do que quer lembrar-se). Na categoria romance editou A GalxMente (reedição: Épica, 2015) e Terrarium Redux (com João Barreiros, reedição: Saída de Emergência-SdE, 2017). Editou, ainda, a coletânea que foi o seu pontapé de saída – O Futuro à Janela (Prémio Editorial Caminho de Ficção Científica, 1991) – , bem como vários contos e artigos dispersos. É também tradutor e organizou várias antologias de contos, incluindo Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa (SdE, 2011) e O Resto é Paisagem (Ed. Divergência, 2018). Podemos encontrá-lo no blog.tecnofantasia.com. Tem divulgado a sua pesquisa sobre a História da Ficção Científica Portuguesa em vários eventos e publicações literárias e académicas, nacionais e internacionais, das quais destaca o artigo com que contribuiu para a Encyclopedia of Science Fiction.
Nos tempos livres, Luís Filipe Silva (n. 1969) escreve ficção científica (despudor que comete há mais anos do que quer lembrar-se). Na categoria romance editou A GalxMente (reedição: Épica, 2015) e Terrarium Redux (com João Barreiros, reedição: Saída de Emergência-SdE, 2017). Editou, ainda, a coletânea que foi o seu pontapé de saída – O Futuro à Janela (Prémio Editorial Caminho de Ficção Científica, 1991) – , bem como vários contos e artigos dispersos. É também tradutor e organizou várias antologias de contos, incluindo Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa (SdE, 2011) e O Resto é Paisagem (Ed. Divergência, 2018). Podemos encontrá-lo no blog.tecnofantasia.com. Tem divulgado a sua pesquisa sobre a História da Ficção Científica Portuguesa em vários eventos e publicações literárias e académicas, nacionais e internacionais, das quais destaca o artigo com que contribuiu para a Encyclopedia of Science Fiction.
Escritor, cronista e argumentista
E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (Dom Quixote, 2006) é o seu livro de estreia como romancista. O segundo livro, Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote, 2009), obteve o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE). Volta a ser distinguido pela APE (Grande Prémio de Crónicas) pelo livro Levante-se o Réu Outra Vez (Tinta-da-China, 2016). As Melhoras da Morte (Tinta-da-China, 2024) é o seu último romance.
Venceu o prémio Sophia pelo argumento do filme A Herdade (candidato a Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019); e escreveu, entre outros, os argumentos dos filmes Zona J (1998) e Em Câmara Lenta (2012). Em televisão, foi argumentista de séries, entre as quais Sul (ganhadora do prémio Melhor Programa de Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores, 2020). É também autor, encenado, de peças de teatro.
Foi cofundador das Produções Fictícias e cocriador e autor de programas de humor, como o Herman Enciclopédia e Contra-Informação.
Recebeu dois prémios Gazeta, foi repórter e cronista do Público, e é hoje cronista no Jornal de Notícias. É professor convidado na Pós-graduação em Artes da Escrita da FCSH-UNL, e no Curso de Cinema da Universidade Lusófona.
Escritor, cronista e argumentista
E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (Dom Quixote, 2006) é o seu livro de estreia como romancista. O segundo livro, Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote, 2009), obteve o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE). Volta a ser distinguido pela APE (Grande Prémio de Crónicas) pelo livro Levante-se o Réu Outra Vez (Tinta-da-China, 2016). As Melhoras da Morte (Tinta-da-China, 2024) é o seu último romance.
Venceu o prémio Sophia pelo argumento do filme A Herdade (candidato a Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019); e escreveu, entre outros, os argumentos dos filmes Zona J (1998) e Em Câmara Lenta (2012). Em televisão, foi argumentista de séries, entre as quais Sul (ganhadora do prémio Melhor Programa de Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores, 2020). É também autor, encenado, de peças de teatro.
Foi cofundador das Produções Fictícias e cocriador e autor de programas de humor, como o Herman Enciclopédia e Contra-Informação.
Recebeu dois prémios Gazeta, foi repórter e cronista do Público, e é hoje cronista no Jornal de Notícias. É professor convidado na Pós-graduação em Artes da Escrita da FCSH-UNL, e no Curso de Cinema da Universidade Lusófona.
