Um lugar no mundo

08-05-2022 | 18:00
MESA DE AUTOR

Convidados

João Pedro Vala

Escritor, crítico literário, tradutor e revisor

João Pedro Vala licenciou-se em Gestão, mas o apelo da literatura fê-lo mudar de rumo, acabando por concluir, em 2021, uma tese de doutoramento sobre Marcel Proust — escrita entre a University of Chicago e a Universidade de Lisboa.

Começou a escrever ficção quando percebeu que não tinha de tentar ser Proust ou Dante (JPV, Mensagem de Lisboa: 28 de setembro, 2023). Grande Turismo (Quetzal, 2022) foi o seu romance de estreia – ou “provavelmente um romance”, como aparece escrito na capa −, livro em que  se transforma em personagem. Seguiu-se Campo Pequeno (Quetzal, 2024), romance com o qual venceu a primeira edição do Prémio Wook – Novos Autores. Pelo meio, publicou Terra (Quetzal, 2023), cinquenta narrativas sobre pequenos e grandes acontecimentos que marcaram a história da Herdade do Esporão.

É tradutor freelancer, trabalhando com várias editoras, nomeadamente a Presença, Fundação Francisco Manuel dos Santos e Relógio d’Água.

Como crítico literário, tem colaborado com o jornal Observador.

Escritor, crítico literário, tradutor e revisor

João Pedro Vala licenciou-se em Gestão, mas o apelo da literatura fê-lo mudar de rumo, acabando por concluir, em 2021, uma tese de doutoramento sobre Marcel Proust — escrita entre a University of Chicago e a Universidade de Lisboa.

Começou a escrever ficção quando percebeu que não tinha de tentar ser Proust ou Dante (JPV, Mensagem de Lisboa: 28 de setembro, 2023). Grande Turismo (Quetzal, 2022) foi o seu romance de estreia – ou “provavelmente um romance”, como aparece escrito na capa −, livro em que  se transforma em personagem. Seguiu-se Campo Pequeno (Quetzal, 2024), romance com o qual venceu a primeira edição do Prémio Wook – Novos Autores. Pelo meio, publicou Terra (Quetzal, 2023), cinquenta narrativas sobre pequenos e grandes acontecimentos que marcaram a história da Herdade do Esporão.

É tradutor freelancer, trabalhando com várias editoras, nomeadamente a Presença, Fundação Francisco Manuel dos Santos e Relógio d’Água.

Como crítico literário, tem colaborado com o jornal Observador.

© Mag Rodrigues

Cláudia Lucas Chéu

Cláudia Lucas Chéu é poeta, dramaturga, ficcionista e argumentista.

Como escritora, tem-se dedicado sobretudo à poesia e dramaturgia. No seu currículo constam já quinze publicações, sob várias chancelas (além do teatro e poesia, também prosa poética, contos, romances e ensaios).

Tem publicadas, entre outras, as peças Glória ou Como Penélope Morreu de Tédio (Bicho-do-Mato / TNDM II, 2011), A Cabeça Muda (Cama de Gato, 2014) e Veneno (Guilhotina, 2015). A sua peça Orlando — Tratado sobre a Dignidade Humana (Bicho-do-Mato / TNDM II, 2022), exibida no Teatro Nacional D. Maria II, faz parte do Plano Nacional de Leitura.

Publicou o seu primeiro romance em 2018, Aqueles que Vão Morrer (Labirinto).

Em 2021, Confissão (Companhia das Ilhas) foi semifinalista na categoria de poesia do Prémio Oceanos. Confissão (2020) e Ratazanas (Selo Demónio Negro, 2017), também de poesia, estão editados no Brasil. Mais recentemente, em 2023, publicou o ensaio A Angústia da Rapariga Antes da Faca (Nova Mymosa), e, em 2024, o livro de poesia Escrevo por Vingança à Morte (Companhia das Ilhas).

Escreve regularmente para jornais e revistas. Em 2023 foi vencedora da residência literária do Instituto Camões, em Moçambique.

Cláudia Lucas Chéu é poeta, dramaturga, ficcionista e argumentista.

Como escritora, tem-se dedicado sobretudo à poesia e dramaturgia. No seu currículo constam já quinze publicações, sob várias chancelas (além do teatro e poesia, também prosa poética, contos, romances e ensaios).

Tem publicadas, entre outras, as peças Glória ou Como Penélope Morreu de Tédio (Bicho-do-Mato / TNDM II, 2011), A Cabeça Muda (Cama de Gato, 2014) e Veneno (Guilhotina, 2015). A sua peça Orlando — Tratado sobre a Dignidade Humana (Bicho-do-Mato / TNDM II, 2022), exibida no Teatro Nacional D. Maria II, faz parte do Plano Nacional de Leitura.

Publicou o seu primeiro romance em 2018, Aqueles que Vão Morrer (Labirinto).

Em 2021, Confissão (Companhia das Ilhas) foi semifinalista na categoria de poesia do Prémio Oceanos. Confissão (2020) e Ratazanas (Selo Demónio Negro, 2017), também de poesia, estão editados no Brasil. Mais recentemente, em 2023, publicou o ensaio A Angústia da Rapariga Antes da Faca (Nova Mymosa), e, em 2024, o livro de poesia Escrevo por Vingança à Morte (Companhia das Ilhas).

Escreve regularmente para jornais e revistas. Em 2023 foi vencedora da residência literária do Instituto Camões, em Moçambique.