Tertúlias literárias

04-05-2022 | 16:00
DEBATE

Convidados

Carlos Vaz Marques

Carlos Vaz Marques é jornalista, editor e tradutor. É coautor e coordenador do Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer programa televisivo sobre atualidade política (SIC Notícias), que sucedeu ao Governo Sombra (TSF), criado em 2008, com os mesmos convidados e o mesmo formato.

Dirige, na editora Tinta-da-China, a coleção de Literatura de Viagens, já com mais de meia centena de títulos publicados. Foi, até 2018, o diretor da revista literária Granta Portugal, publicada desde 2013, também pela Tinta-da-China.

Traduziu mais de uma dezena de obras literárias e tem quatro livros de entrevistas publicados, um deles com edição no Brasil.

É autor premiado tanto por trabalhos radiofónicos como televisivos, destacando-se o Prémio de Jornalismo Científico pela reportagem Dari, Primata Como Nós, sobre os chimpanzés da Guiné-Bissau, e o Prémio Autores, conquistado por três vezes: com o programa Governo Sombra; com a série documental Herdeiros de Saramago (RTP); e com o programa de rádio Pessoal e… Transmissível (TSF),  no qual entrevistou músicos, cineastas, escritores, coreógrafos, atores, encenadores, centenas de personalidades, do país e do estrangeiro, ligadas às arte e às ciências.

Carlos Vaz Marques é jornalista, editor e tradutor. É coautor e coordenador do Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer programa televisivo sobre atualidade política (SIC Notícias), que sucedeu ao Governo Sombra (TSF), criado em 2008, com os mesmos convidados e o mesmo formato.

Dirige, na editora Tinta-da-China, a coleção de Literatura de Viagens, já com mais de meia centena de títulos publicados. Foi, até 2018, o diretor da revista literária Granta Portugal, publicada desde 2013, também pela Tinta-da-China.

Traduziu mais de uma dezena de obras literárias e tem quatro livros de entrevistas publicados, um deles com edição no Brasil.

É autor premiado tanto por trabalhos radiofónicos como televisivos, destacando-se o Prémio de Jornalismo Científico pela reportagem Dari, Primata Como Nós, sobre os chimpanzés da Guiné-Bissau, e o Prémio Autores, conquistado por três vezes: com o programa Governo Sombra; com a série documental Herdeiros de Saramago (RTP); e com o programa de rádio Pessoal e… Transmissível (TSF),  no qual entrevistou músicos, cineastas, escritores, coreógrafos, atores, encenadores, centenas de personalidades, do país e do estrangeiro, ligadas às arte e às ciências.

Filipa Leal

Filipa Leal (Porto, 1979) é poeta, jornalista e argumentista. Tem 12 livros publicados (desde 2003), entre os mais recentes «Vem à Quinta-feira» e «Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano» (ed. Assírio & Alvim), ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e Semi-Finalistas do Prémio Oceanos. Está editada em vários países. Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminter (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Apresenta atualmente, com Pedro Lamares, o programa de literatura “Nada Será Como Dante” na RTP2.

Filipa Leal (Porto, 1979) é poeta, jornalista e argumentista. Tem 12 livros publicados (desde 2003), entre os mais recentes «Vem à Quinta-feira» e «Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano» (ed. Assírio & Alvim), ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e Semi-Finalistas do Prémio Oceanos. Está editada em vários países. Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminter (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Apresenta atualmente, com Pedro Lamares, o programa de literatura “Nada Será Como Dante” na RTP2.

©Afredo Cunha

Teresa Coutinho

Teresa Coutinho é atriz, criadora e dramaturga. Criou O eterno debate (2020), A leveza das coisas (2020), espetáculo radiofónico, E comparar-te a um dia de verão? (2018), a partir de William Shakespeare, Ways of looking (2017), a partir de John Berger, Agora eu era (2017), espetáculo para a infância, Indicação para se perder (2014), a partir de Marguerite Duras e o micro-espectáculo Amanhã à mesma hora (2012). Está neste momento a desenvolver a criação de dois espetáculos: Solo, de sua autoria e Distante, de Caryl Churchill. É coordenadora do “Clube dos Poetas Vivos” no TNDM II.

Teresa Coutinho é atriz, criadora e dramaturga. Criou O eterno debate (2020), A leveza das coisas (2020), espetáculo radiofónico, E comparar-te a um dia de verão? (2018), a partir de William Shakespeare, Ways of looking (2017), a partir de John Berger, Agora eu era (2017), espetáculo para a infância, Indicação para se perder (2014), a partir de Marguerite Duras e o micro-espectáculo Amanhã à mesma hora (2012). Está neste momento a desenvolver a criação de dois espetáculos: Solo, de sua autoria e Distante, de Caryl Churchill. É coordenadora do “Clube dos Poetas Vivos” no TNDM II.