Tecido na História
Auditório do Museu da Farmácia.
Os enredos baseados em factos históricos, recentes ou antigos, são uma forma de ativismo através do romance ou uma forma de historiografia sem a aridez da linguagem académica?
Itamar Vieira Junior: participação online.
- Entrada livre, sujeita à capacidade da sala.
- É necessário obter bilhete, no próprio dia da sessão, a partir das 11h, na Biblioteca Camões.
Convidados

©Paulo Alexandrino
Isabel Lucas é jornalista e crítica literária. Escreve regularmente para o jornal Público. Colabora também com as revistas Ler e Quatro Cinco Um (Brasil) e com a Antena 3. Escreve, sobretudo, sobre Literatura, Cultura e viagens. Ao longo dos últimos cinco anos, tem vivido entre Lisboa e Nova Iorque. É autora dos livros Conversas com Vicente Jorge Silva (Temas e Debates, 2013); Viagem ao Sonho Americano (Companhia das Letras, 2017: reportagens publicadas ao longo de um ano no jornal Público narrando uma viagem pela América a partir da literatura); Viagem ao país do futuro (Companhia das Letras, 2021: crónicas de uma viagem-descoberta pelo Brasil guiada por livros e escritores); e Conversas com escritores (Companhia das Letras, 2024). É ainda coautora de vários livros na área da dança e das artes plásticas. Em 2022, foi curadora da programação do Pavilhão de Portugal na Bienal do Livro de São Paulo. É curadora do Prémio Oceanos de Literatura e professora-adjunta convidada da Escola Superior de Comunicação Social, do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 2021, venceu a primeira edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva. Formou-se em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa.
Isabel Lucas é jornalista e crítica literária. Escreve regularmente para o jornal Público. Colabora também com as revistas Ler e Quatro Cinco Um (Brasil) e com a Antena 3. Escreve, sobretudo, sobre Literatura, Cultura e viagens. Ao longo dos últimos cinco anos, tem vivido entre Lisboa e Nova Iorque. É autora dos livros Conversas com Vicente Jorge Silva (Temas e Debates, 2013); Viagem ao Sonho Americano (Companhia das Letras, 2017: reportagens publicadas ao longo de um ano no jornal Público narrando uma viagem pela América a partir da literatura); Viagem ao país do futuro (Companhia das Letras, 2021: crónicas de uma viagem-descoberta pelo Brasil guiada por livros e escritores); e Conversas com escritores (Companhia das Letras, 2024). É ainda coautora de vários livros na área da dança e das artes plásticas. Em 2022, foi curadora da programação do Pavilhão de Portugal na Bienal do Livro de São Paulo. É curadora do Prémio Oceanos de Literatura e professora-adjunta convidada da Escola Superior de Comunicação Social, do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 2021, venceu a primeira edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva. Formou-se em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa.
Escritora e professora de escrita, literatura e arte.
Mestre em História da Cultura Portuguesa e doutorada em Literatura Comparada, Isabel Rio Novo é autora de diversas publicações académicas sobre literatura portuguesa e francesa, teoria literária e estudos intermédia.
Como ficcionista, publicou a narrativa fantástica O Diabo Tranquilo (Campo das Letras, 2004), a partir de poemas de Daniel Maia-Pinto Rodrigues. Seguiu-se a novela A Caridade (Câmara Municipal de Portimão, 2005), com a qual obteve o Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes.
Com os romances Rio do Esquecimento (Dom Quixote, 2016) e A Febre das Almas Sensíveis (Dom Quixote, 2018) foi por duas vezes finalista do Prémio LeYa; e, no primeiro, também semifinalista do Prémio Oceanos.
Voltou a ser distinguida no meio literário com o romance Rua de Paris em Dia de Chuva (2020), finalista do Prémio Europeu de Literatura e do Prémio de Narrativa do PEN Clube; e com Madalena (Dom Quixote, 2022), que obteve o Prémio João Gaspar Simões.
Em 2019, publicou O Poço e a Estrada uma biografia de Agustina Bessa-Luís (Contraponto Editores); e em 2024 uma biografia de Luís Vaz de Camões (Contraponto Editores) − obras que notabilizaram a autora também no género biográfico.
Escritora e professora de escrita, literatura e arte.
Mestre em História da Cultura Portuguesa e doutorada em Literatura Comparada, Isabel Rio Novo é autora de diversas publicações académicas sobre literatura portuguesa e francesa, teoria literária e estudos intermédia.
Como ficcionista, publicou a narrativa fantástica O Diabo Tranquilo (Campo das Letras, 2004), a partir de poemas de Daniel Maia-Pinto Rodrigues. Seguiu-se a novela A Caridade (Câmara Municipal de Portimão, 2005), com a qual obteve o Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes.
Com os romances Rio do Esquecimento (Dom Quixote, 2016) e A Febre das Almas Sensíveis (Dom Quixote, 2018) foi por duas vezes finalista do Prémio LeYa; e, no primeiro, também semifinalista do Prémio Oceanos.
Voltou a ser distinguida no meio literário com o romance Rua de Paris em Dia de Chuva (2020), finalista do Prémio Europeu de Literatura e do Prémio de Narrativa do PEN Clube; e com Madalena (Dom Quixote, 2022), que obteve o Prémio João Gaspar Simões.
Em 2019, publicou O Poço e a Estrada uma biografia de Agustina Bessa-Luís (Contraponto Editores); e em 2024 uma biografia de Luís Vaz de Camões (Contraponto Editores) − obras que notabilizaram a autora também no género biográfico.

©Paulo Morais

© DR
Lídia Jorge publicou o seu primeiro romance, O Dia dos Prodígios, em 1980, a que se seguiram outros títulos. Mas foi com A Costa dos Murmúrios (1988), um livro que reflete a experiência da guerra colonial em África, que o seu nome se confirmou no panorama das letras portuguesas. Vários outros romances colocaram-na entre os autores europeus de referência. Romances como O Vale da Paixão (1998) ou O Vento Assobiando nas Gruas (2002) conferiram-lhe os mais importantes prémios nacionais, como O Prémio de Ficção do PEN Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus, ou o Grande Prémio de Romance da Associação Portuguesa de Escritores. Os seus livros estão publicados em diversas línguas. Entre os prémios internacionais, destacam-se o Prémio Jean Monet, Escritor Europeu do Ano 2000; a primeira edição do Prémio Albatroz da Fundação Günter Grass pelo conjunto da sua obra; o Prémio de Cultura Luso-Espanhol atribuído em 2015; ou ainda o Prémio FIL de Literatura em Línguas Românicas, Guadalajara, em 2020. Em 2014, publicou Os Memoráveis e, em 2018, Estuário, um romance sobre a vulnerabilidade da Terra. Seguiram-se O Livro das Tréguas (poesia, 2019) e Em Todos os Sentidos (crónica, 2020). No final de 2022, foi publicado o livro com o título de Misericórdia.
Lídia Jorge publicou o seu primeiro romance, O Dia dos Prodígios, em 1980, a que se seguiram outros títulos. Mas foi com A Costa dos Murmúrios (1988), um livro que reflete a experiência da guerra colonial em África, que o seu nome se confirmou no panorama das letras portuguesas. Vários outros romances colocaram-na entre os autores europeus de referência. Romances como O Vale da Paixão (1998) ou O Vento Assobiando nas Gruas (2002) conferiram-lhe os mais importantes prémios nacionais, como O Prémio de Ficção do PEN Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus, ou o Grande Prémio de Romance da Associação Portuguesa de Escritores. Os seus livros estão publicados em diversas línguas. Entre os prémios internacionais, destacam-se o Prémio Jean Monet, Escritor Europeu do Ano 2000; a primeira edição do Prémio Albatroz da Fundação Günter Grass pelo conjunto da sua obra; o Prémio de Cultura Luso-Espanhol atribuído em 2015; ou ainda o Prémio FIL de Literatura em Línguas Românicas, Guadalajara, em 2020. Em 2014, publicou Os Memoráveis e, em 2018, Estuário, um romance sobre a vulnerabilidade da Terra. Seguiram-se O Livro das Tréguas (poesia, 2019) e Em Todos os Sentidos (crónica, 2020). No final de 2022, foi publicado o livro com o título de Misericórdia.
Itamar Vieira Junior (Salvador, Bahia, 1979) é escritor e geógrafo, com doutoramento em Estudos Étnicos Africanos. Em 2019 publicou seu primeiro romance, Torto arado (Arado Torto), que venceu os prêmios LeYa (Portugal), Jabuti e Oceanos.
Itamar Vieira Junior (Salvador, Bahia, 1979) é escritor e geógrafo, com doutoramento em Estudos Étnicos Africanos. Em 2019 publicou seu primeiro romance, Torto arado (Arado Torto), que venceu os prêmios LeYa (Portugal), Jabuti e Oceanos.

©DR