O tempo do autor

08-05-2022 | 15:00
DEBATE

Convidados

João Dionísio

Professor de literatura portuguesa e de crítica textual na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Colaborador na edição crítica de Fernando Pessoa, publicou recentemente Agora entra no vento, sobre a obra de M. S. Lourenço (Biblioteca Nacional, 2020, nomeado para o prémio PEN Clube na área de ensaio), e Doença bibliográfica, sobre o espólio e a edição do autor de Mensagem (Imprensa Nacional, 2021). Com Carlota Pimenta e Carlotta Defenu está a organizar uma exposição sobre variação literária desde a Idade Média até aos nossos dias que deverá ficar patente na Biblioteca Nacional no início de 2023.

Professor de literatura portuguesa e de crítica textual na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Colaborador na edição crítica de Fernando Pessoa, publicou recentemente Agora entra no vento, sobre a obra de M. S. Lourenço (Biblioteca Nacional, 2020, nomeado para o prémio PEN Clube na área de ensaio), e Doença bibliográfica, sobre o espólio e a edição do autor de Mensagem (Imprensa Nacional, 2021). Com Carlota Pimenta e Carlotta Defenu está a organizar uma exposição sobre variação literária desde a Idade Média até aos nossos dias que deverá ficar patente na Biblioteca Nacional no início de 2023.

Rui Cardoso Martins

Escritor, cronista e argumentista

E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (Dom Quixote, 2006) é o seu livro de estreia como romancista. O segundo livro, Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote, 2009), obteve o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE).  Volta a ser distinguido pela APE (Grande Prémio de Crónicas) pelo livro Levante-se o Réu Outra Vez (Tinta-da-China, 2016). As Melhoras da Morte (Tinta-da-China, 2024) é o seu último romance.

Venceu o prémio Sophia pelo argumento do filme A Herdade (candidato a Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019); e escreveu, entre outros, os argumentos dos filmes Zona J (1998) e Em Câmara Lenta (2012). Em televisão, foi argumentista de séries, entre as quais Sul (ganhadora do prémio Melhor Programa de Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores, 2020). É também autor, encenado, de peças de teatro.

Foi cofundador das Produções Fictícias e cocriador e autor de programas de humor, como o Herman Enciclopédia e Contra-Informação.

Recebeu dois prémios Gazeta, foi repórter e cronista do Público, e é hoje cronista no Jornal de Notícias. É professor convidado na Pós-graduação em Artes da Escrita da FCSH-UNL, e no Curso de Cinema da Universidade Lusófona.

Escritor, cronista e argumentista

E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (Dom Quixote, 2006) é o seu livro de estreia como romancista. O segundo livro, Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote, 2009), obteve o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE).  Volta a ser distinguido pela APE (Grande Prémio de Crónicas) pelo livro Levante-se o Réu Outra Vez (Tinta-da-China, 2016). As Melhoras da Morte (Tinta-da-China, 2024) é o seu último romance.

Venceu o prémio Sophia pelo argumento do filme A Herdade (candidato a Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019); e escreveu, entre outros, os argumentos dos filmes Zona J (1998) e Em Câmara Lenta (2012). Em televisão, foi argumentista de séries, entre as quais Sul (ganhadora do prémio Melhor Programa de Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores, 2020). É também autor, encenado, de peças de teatro.

Foi cofundador das Produções Fictícias e cocriador e autor de programas de humor, como o Herman Enciclopédia e Contra-Informação.

Recebeu dois prémios Gazeta, foi repórter e cronista do Público, e é hoje cronista no Jornal de Notícias. É professor convidado na Pós-graduação em Artes da Escrita da FCSH-UNL, e no Curso de Cinema da Universidade Lusófona.

Pedro Mexia

Nasceu em Lisboa, em 1972. É crítico literário e cronista do Expresso. Tem participado em programas de rádio e televisão, entre os quais PBX e Governo Sombra. Foi subdiretor e diretor interino da Cinemateca e consultor cultural do Presidente da República. Publicou cinco volumes de diários, sete livros de poemas, e sete coletâneas de crónicas, a penúltima das quais, Lá Fora (2018), venceu o Grande Prémio de Crónica da Associação Portuguesa de Escritores. Organizou antologias de vários autores, e traduziu poetas e dramaturgos. Coordena a coleção de poesia da Tinta-da-china. É co-diretor da Granta em Língua Portuguesa.

Nasceu em Lisboa, em 1972. É crítico literário e cronista do Expresso. Tem participado em programas de rádio e televisão, entre os quais PBX e Governo Sombra. Foi subdiretor e diretor interino da Cinemateca e consultor cultural do Presidente da República. Publicou cinco volumes de diários, sete livros de poemas, e sete coletâneas de crónicas, a penúltima das quais, Lá Fora (2018), venceu o Grande Prémio de Crónica da Associação Portuguesa de Escritores. Organizou antologias de vários autores, e traduziu poetas e dramaturgos. Coordena a coleção de poesia da Tinta-da-china. É co-diretor da Granta em Língua Portuguesa.