O tempo do autor
Foyer do Teatro Nacional de São Carlos
CONVIDADOS: PEDRO MEXIA, RUI CARDOSO MARTINS
MODERAÇÃO: JOÃO DIONÍSIO
Para muitos leitores, os diários e as crónicas são uma forma de entretenimento superficial, mas para quem conjuga estes géneros autobiográficos com outras formas de fazer literatura, eles ocupam um tempo obrigatoriamente cumprido no calendário da sua obra. Neste debate, três autores portugueses conversam sobre a relação da literatura com a escrita diarística.
Convidados

Professor de literatura portuguesa e de crítica textual na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Colaborador na edição crítica de Fernando Pessoa, publicou recentemente Agora entra no vento, sobre a obra de M. S. Lourenço (Biblioteca Nacional, 2020, nomeado para o prémio PEN Clube na área de ensaio), e Doença bibliográfica, sobre o espólio e a edição do autor de Mensagem (Imprensa Nacional, 2021). Com Carlota Pimenta e Carlotta Defenu está a organizar uma exposição sobre variação literária desde a Idade Média até aos nossos dias que deverá ficar patente na Biblioteca Nacional no início de 2023.
Professor de literatura portuguesa e de crítica textual na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Colaborador na edição crítica de Fernando Pessoa, publicou recentemente Agora entra no vento, sobre a obra de M. S. Lourenço (Biblioteca Nacional, 2020, nomeado para o prémio PEN Clube na área de ensaio), e Doença bibliográfica, sobre o espólio e a edição do autor de Mensagem (Imprensa Nacional, 2021). Com Carlota Pimenta e Carlotta Defenu está a organizar uma exposição sobre variação literária desde a Idade Média até aos nossos dias que deverá ficar patente na Biblioteca Nacional no início de 2023.
Escritor, cronista e argumentista
E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (Dom Quixote, 2006) é o seu livro de estreia como romancista. O segundo livro, Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote, 2009), obteve o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE). Volta a ser distinguido pela APE (Grande Prémio de Crónicas) pelo livro Levante-se o Réu Outra Vez (Tinta-da-China, 2016). As Melhoras da Morte (Tinta-da-China, 2024) é o seu último romance.
Venceu o prémio Sophia pelo argumento do filme A Herdade (candidato a Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019); e escreveu, entre outros, os argumentos dos filmes Zona J (1998) e Em Câmara Lenta (2012). Em televisão, foi argumentista de séries, entre as quais Sul (ganhadora do prémio Melhor Programa de Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores, 2020). É também autor, encenado, de peças de teatro.
Foi cofundador das Produções Fictícias e cocriador e autor de programas de humor, como o Herman Enciclopédia e Contra-Informação.
Recebeu dois prémios Gazeta, foi repórter e cronista do Público, e é hoje cronista no Jornal de Notícias. É professor convidado na Pós-graduação em Artes da Escrita da FCSH-UNL, e no Curso de Cinema da Universidade Lusófona.
Escritor, cronista e argumentista
E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (Dom Quixote, 2006) é o seu livro de estreia como romancista. O segundo livro, Deixem Passar o Homem Invisível (Dom Quixote, 2009), obteve o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE). Volta a ser distinguido pela APE (Grande Prémio de Crónicas) pelo livro Levante-se o Réu Outra Vez (Tinta-da-China, 2016). As Melhoras da Morte (Tinta-da-China, 2024) é o seu último romance.
Venceu o prémio Sophia pelo argumento do filme A Herdade (candidato a Leão de Ouro do Festival de Veneza 2019); e escreveu, entre outros, os argumentos dos filmes Zona J (1998) e Em Câmara Lenta (2012). Em televisão, foi argumentista de séries, entre as quais Sul (ganhadora do prémio Melhor Programa de Ficção da Sociedade Portuguesa de Autores, 2020). É também autor, encenado, de peças de teatro.
Foi cofundador das Produções Fictícias e cocriador e autor de programas de humor, como o Herman Enciclopédia e Contra-Informação.
Recebeu dois prémios Gazeta, foi repórter e cronista do Público, e é hoje cronista no Jornal de Notícias. É professor convidado na Pós-graduação em Artes da Escrita da FCSH-UNL, e no Curso de Cinema da Universidade Lusófona.


Nasceu em Lisboa, em 1972. É crítico literário e cronista do Expresso. Tem participado em programas de rádio e televisão, entre os quais PBX e Governo Sombra. Foi subdiretor e diretor interino da Cinemateca e consultor cultural do Presidente da República. Publicou cinco volumes de diários, sete livros de poemas, e sete coletâneas de crónicas, a penúltima das quais, Lá Fora (2018), venceu o Grande Prémio de Crónica da Associação Portuguesa de Escritores. Organizou antologias de vários autores, e traduziu poetas e dramaturgos. Coordena a coleção de poesia da Tinta-da-china. É co-diretor da Granta em Língua Portuguesa.
Nasceu em Lisboa, em 1972. É crítico literário e cronista do Expresso. Tem participado em programas de rádio e televisão, entre os quais PBX e Governo Sombra. Foi subdiretor e diretor interino da Cinemateca e consultor cultural do Presidente da República. Publicou cinco volumes de diários, sete livros de poemas, e sete coletâneas de crónicas, a penúltima das quais, Lá Fora (2018), venceu o Grande Prémio de Crónica da Associação Portuguesa de Escritores. Organizou antologias de vários autores, e traduziu poetas e dramaturgos. Coordena a coleção de poesia da Tinta-da-china. É co-diretor da Granta em Língua Portuguesa.