Cadernos da proximidade

05-05-2022 | 16:00
MESA DE AUTOR

Convidados

©Gabriele Croppi

Fernando Cabral Martins (Mangualde, 1950)

Fernando Cabral Martins é ensaísta, ficcionista, crítico literário, tradutor e professor jubilado da Universidade Nova, onde ensinou Literatura e Cultura Portuguesa. É autor de vários ensaios sobre Literatura e Arte. Organizou edições críticas de Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Alexandre O’Neill, Luiza Neto Jorge, entre outros. Coordenou o Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português (Caminho, 2008). E coorganizou Pessoa Breve e Almada Breve, duas coleções em vários volumes que reúnem a obra completa dos autores, com anotações e comentários críticos (Assírio & Alvim). Cesário Verde ou a Transformação do Mundo (1988), O Modernismo em Mário de Sá-Carneiro (1994), Julio − O Realismo Mágico (2005), Mário Cesariny e o Virgem Negra (2016) são alguns títulos da sua vasta bibliografia. Como tradutor, destacam-se as canções e poemas de Boris Vian (1997) e uma antologia de trovadores provençais (2014). Publicou livros de ficção, entre os quais Ao Cair da Noite (1989), O Deceptista (2003), A Flor Fatal (2009) e Taxi (2019). Fez crítica de cinema no semanário Expresso, e crítica literária em diversas publicações.

Fernando Cabral Martins é ensaísta, ficcionista, crítico literário, tradutor e professor jubilado da Universidade Nova, onde ensinou Literatura e Cultura Portuguesa. É autor de vários ensaios sobre Literatura e Arte. Organizou edições críticas de Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Alexandre O’Neill, Luiza Neto Jorge, entre outros. Coordenou o Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português (Caminho, 2008). E coorganizou Pessoa Breve e Almada Breve, duas coleções em vários volumes que reúnem a obra completa dos autores, com anotações e comentários críticos (Assírio & Alvim). Cesário Verde ou a Transformação do Mundo (1988), O Modernismo em Mário de Sá-Carneiro (1994), Julio − O Realismo Mágico (2005), Mário Cesariny e o Virgem Negra (2016) são alguns títulos da sua vasta bibliografia. Como tradutor, destacam-se as canções e poemas de Boris Vian (1997) e uma antologia de trovadores provençais (2014). Publicou livros de ficção, entre os quais Ao Cair da Noite (1989), O Deceptista (2003), A Flor Fatal (2009) e Taxi (2019). Fez crítica de cinema no semanário Expresso, e crítica literária em diversas publicações.

Laurine Rousselet

Nasceu em 1974 em França, é poeta e escritora. Revela desde os seus primeiros textos uma energia inesgotável, com a qual dá às palavras, aos sons, aos ritmos e à voz um impulso que a conduz para um «além» não ocidental e por vezes não verbal ao confrontar as suas palavras com o branco do papel ou ao recorrer a aliterações próximas do grito. Edita desde 2011 os Cahiers de l’Approche, um folheto trimestral bilingue de poesia, e teve como publicações mais recentes, Correspondance avec Bernard Noël, Artaud à La Havane, 2021; Émergence, 2022.

Nasceu em 1974 em França, é poeta e escritora. Revela desde os seus primeiros textos uma energia inesgotável, com a qual dá às palavras, aos sons, aos ritmos e à voz um impulso que a conduz para um «além» não ocidental e por vezes não verbal ao confrontar as suas palavras com o branco do papel ou ao recorrer a aliterações próximas do grito. Edita desde 2011 os Cahiers de l’Approche, um folheto trimestral bilingue de poesia, e teve como publicações mais recentes, Correspondance avec Bernard Noël, Artaud à La Havane, 2021; Émergence, 2022.

©Afredo Cunha

Filipa Leal

Filipa Leal (Porto, 1979) é poeta, jornalista e argumentista. Tem 12 livros publicados (desde 2003), entre os mais recentes «Vem à Quinta-feira» e «Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano» (ed. Assírio & Alvim), ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e Semi-Finalistas do Prémio Oceanos. Está editada em vários países. Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminter (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Apresenta atualmente, com Pedro Lamares, o programa de literatura “Nada Será Como Dante” na RTP2.

Filipa Leal (Porto, 1979) é poeta, jornalista e argumentista. Tem 12 livros publicados (desde 2003), entre os mais recentes «Vem à Quinta-feira» e «Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano» (ed. Assírio & Alvim), ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e Semi-Finalistas do Prémio Oceanos. Está editada em vários países. Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminter (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Apresenta atualmente, com Pedro Lamares, o programa de literatura “Nada Será Como Dante” na RTP2.