O lugar nenhum. Distopia na literatura

09-05-2021 | 18:00
Mesa de Autor, presencial com streaming

Convidados

©Herberto Smith

Filipa Melo

Filipa Melo é escritora, crítica literária e jornalista. É autora do romance Este É o Meu Corpo, traduzido em sete línguas, do livro de reportagens Os Últimos Marinheiros e do Dicionário Sentimental do Adultério. Trabalha na divulgação da literatura nacional e clássica. Atualmente assina crítica literária na revista Ler e nos jornais Sol e i, coordena e ministra uma pós-graduação em Escrita de Ficção na Universidade Lusófona em Lisboa, coordena as Residências Internacionais de Escrita da Fundação Dom Luís I e faz tutoria de escrita de ficção. Está a trabalhar numa biografia de Amália Rodrigues.

Filipa Melo é escritora, crítica literária e jornalista. É autora do romance Este É o Meu Corpo, traduzido em sete línguas, do livro de reportagens Os Últimos Marinheiros e do Dicionário Sentimental do Adultério. Trabalha na divulgação da literatura nacional e clássica. Atualmente assina crítica literária na revista Ler e nos jornais Sol e i, coordena e ministra uma pós-graduação em Escrita de Ficção na Universidade Lusófona em Lisboa, coordena as Residências Internacionais de Escrita da Fundação Dom Luís I e faz tutoria de escrita de ficção. Está a trabalhar numa biografia de Amália Rodrigues.

José Gardeazabal

Escritor

O seu primeiro livro de poesia, História do Século Vinte (INCM, 2016) foi distinguido com o Prémio INCM / Vasco Graça Moura. No mesmo ano publicou Dicionário de Ideias Feitas em Literatura (Relógio d’Água, 2016), uma coletânea de prosa curta. Em 2017, editou três peças de teatro, reunidas na obra Trilogia do Olhar (INCM). Em 2018, lançou o seu primeiro romance, Meio Homem Metade Baleia (Companhia das Letras), finalista do Prémio Oceanos. A Melhor Máquina Viva (Companhia das Letras, 2020), o seu segundo romance, foi finalista dos prémios Fernando Namora, Correntes d´Escritas e Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2021, publicou o romance Quarentena Uma História de Amor (Companhia das Letras), também finalista do Prémio Oceanos; e o seu quarto romance, Quarenta e Três (Relógio d’Água, 2021), teve menção honrosa no Prémio Literário Ferreira de Castro. Ainda em 2021, A Fábula do Elefante (texto inédito) venceu o Prémio de Literatura Infantil Maria Rosa Colaço.

Entre 2021 e 2024, publicou mais três livros de poesia (pela Relógio d´Água), fez uma nova incursão na literatura infantojuvenil, com Aquele Natal Inteiro e Limpo (Kalandraka, 2023), e escreveu três romances, o último dos quais Origami (Companhia das Letras, 2024).

Escritor

O seu primeiro livro de poesia, História do Século Vinte (INCM, 2016) foi distinguido com o Prémio INCM / Vasco Graça Moura. No mesmo ano publicou Dicionário de Ideias Feitas em Literatura (Relógio d’Água, 2016), uma coletânea de prosa curta. Em 2017, editou três peças de teatro, reunidas na obra Trilogia do Olhar (INCM). Em 2018, lançou o seu primeiro romance, Meio Homem Metade Baleia (Companhia das Letras), finalista do Prémio Oceanos. A Melhor Máquina Viva (Companhia das Letras, 2020), o seu segundo romance, foi finalista dos prémios Fernando Namora, Correntes d´Escritas e Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2021, publicou o romance Quarentena Uma História de Amor (Companhia das Letras), também finalista do Prémio Oceanos; e o seu quarto romance, Quarenta e Três (Relógio d’Água, 2021), teve menção honrosa no Prémio Literário Ferreira de Castro. Ainda em 2021, A Fábula do Elefante (texto inédito) venceu o Prémio de Literatura Infantil Maria Rosa Colaço.

Entre 2021 e 2024, publicou mais três livros de poesia (pela Relógio d´Água), fez uma nova incursão na literatura infantojuvenil, com Aquele Natal Inteiro e Limpo (Kalandraka, 2023), e escreveu três romances, o último dos quais Origami (Companhia das Letras, 2024).

© Enric Vives-Rubio

©Booktailors Bookoffice

Miguel Real

Pseudónimo literário de Luís Martins, Miguel Real (Lisboa, 1953) é escritor, ensaísta, crítico literário e professor de Filosofia. Especialista em cultura portuguesa, possui uma vasta obra dividida entre o ensaio, a ficção e o drama, tendo recebido o prémio Revelação (Ficção e Ensaio Literário) da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio LER/Círculo de Leitores e o prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol. É colaborador permanente do Jornal de Letras, Artes e Ideias, onde faz crítica literária.

Pseudónimo literário de Luís Martins, Miguel Real (Lisboa, 1953) é escritor, ensaísta, crítico literário e professor de Filosofia. Especialista em cultura portuguesa, possui uma vasta obra dividida entre o ensaio, a ficção e o drama, tendo recebido o prémio Revelação (Ficção e Ensaio Literário) da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio LER/Círculo de Leitores e o prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol. É colaborador permanente do Jornal de Letras, Artes e Ideias, onde faz crítica literária.

Rui Zink

Rui Zink (Lisboa, 1961) é escritor e professor. Este mês é reeditado Anibaleitor, um livro sobre o prazer da leitura, pela Porto Editora.

Rui Zink (Lisboa, 1961) é escritor e professor. Este mês é reeditado Anibaleitor, um livro sobre o prazer da leitura, pela Porto Editora.

© Humberto Mouco

©Mário Santos Contraponto

Pedro Sena-Lino

Pedro Sena-Lino (Lisboa, 1977) cresceu em Paço d’Arcos à sombra do palácio do Marquês de Pombal, sobre quem publicou em 2020 uma biografia, De Quase Nada a Quase Rei. Assinou seis livros de poesia, de que se destaca deste lado da morte ninguém responde, um romance histórico, 333, e um romance distópico, despaís. É também autor de cinco livros para crianças. Foi fundador e diretor da Companhia do Eu (2005-2013). Atualmente vive em Bruxelas e é professor assistente de Português na Universidade de Gante. Está a trabalhar no seu terceiro romance e numa segunda biografia.

Pedro Sena-Lino (Lisboa, 1977) cresceu em Paço d’Arcos à sombra do palácio do Marquês de Pombal, sobre quem publicou em 2020 uma biografia, De Quase Nada a Quase Rei. Assinou seis livros de poesia, de que se destaca deste lado da morte ninguém responde, um romance histórico, 333, e um romance distópico, despaís. É também autor de cinco livros para crianças. Foi fundador e diretor da Companhia do Eu (2005-2013). Atualmente vive em Bruxelas e é professor assistente de Português na Universidade de Gante. Está a trabalhar no seu terceiro romance e numa segunda biografia.