Tecido na História

08-05-2021 | 18:00
Mesa de Autor, presencial com streaming

Convidados

©Paulo Alexandrino

Isabel Lucas

Isabel Lucas é jornalista e crítica literária. Escreve regularmente para o jornal Público. Colabora também com as revistas Ler e Quatro Cinco Um (Brasil) e com a Antena 3. Escreve, sobretudo, sobre Literatura, Cultura e viagens. Ao longo dos últimos cinco anos, tem vivido entre Lisboa e Nova Iorque. É autora dos livros Conversas com Vicente Jorge Silva (Temas e Debates, 2013); Viagem ao Sonho Americano (Companhia das Letras, 2017: reportagens publicadas ao longo de um ano no jornal Público narrando uma viagem pela América a partir da literatura); Viagem ao país do futuro (Companhia das Letras, 2021: crónicas de uma viagem-descoberta pelo Brasil guiada por livros e escritores); e Conversas com escritores (Companhia das Letras, 2024). É ainda coautora de vários livros na área da dança e das artes plásticas. Em 2022, foi curadora da programação do Pavilhão de Portugal na Bienal do Livro de São Paulo. É curadora do Prémio Oceanos de Literatura e professora-adjunta convidada da Escola Superior de Comunicação Social, do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 2021, venceu a primeira edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva. Formou-se em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa.

Isabel Lucas é jornalista e crítica literária. Escreve regularmente para o jornal Público. Colabora também com as revistas Ler e Quatro Cinco Um (Brasil) e com a Antena 3. Escreve, sobretudo, sobre Literatura, Cultura e viagens. Ao longo dos últimos cinco anos, tem vivido entre Lisboa e Nova Iorque. É autora dos livros Conversas com Vicente Jorge Silva (Temas e Debates, 2013); Viagem ao Sonho Americano (Companhia das Letras, 2017: reportagens publicadas ao longo de um ano no jornal Público narrando uma viagem pela América a partir da literatura); Viagem ao país do futuro (Companhia das Letras, 2021: crónicas de uma viagem-descoberta pelo Brasil guiada por livros e escritores); e Conversas com escritores (Companhia das Letras, 2024). É ainda coautora de vários livros na área da dança e das artes plásticas. Em 2022, foi curadora da programação do Pavilhão de Portugal na Bienal do Livro de São Paulo. É curadora do Prémio Oceanos de Literatura e professora-adjunta convidada da Escola Superior de Comunicação Social, do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 2021, venceu a primeira edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva. Formou-se em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa.

Isabel Rio Novo

Escritora e professora de escrita, literatura e arte.

Mestre em História da Cultura Portuguesa e doutorada em Literatura Comparada, Isabel Rio Novo é autora de diversas publicações académicas sobre literatura portuguesa e francesa, teoria literária e estudos intermédia.

Como ficcionista, publicou a narrativa fantástica O Diabo Tranquilo (Campo das Letras, 2004), a partir de poemas de Daniel Maia-Pinto Rodrigues. Seguiu-se a novela A Caridade (Câmara Municipal de Portimão, 2005), com a qual obteve o Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes.

Com os romances Rio do Esquecimento (Dom Quixote, 2016) e A Febre das Almas Sensíveis (Dom Quixote, 2018) foi por duas vezes finalista do Prémio LeYa; e, no primeiro, também semifinalista do Prémio Oceanos.

Voltou a ser distinguida no meio literário com o romance Rua de Paris em Dia de Chuva (2020), finalista do Prémio Europeu de Literatura e do Prémio de Narrativa do PEN Clube; e com Madalena (Dom Quixote, 2022), que obteve o Prémio João Gaspar Simões.

Em 2019, publicou O Poço e a Estrada uma biografia de Agustina Bessa-Luís (Contraponto Editores); e em 2024 uma biografia de Luís Vaz de Camões (Contraponto Editores) − obras que notabilizaram a autora também no género biográfico.

Escritora e professora de escrita, literatura e arte.

Mestre em História da Cultura Portuguesa e doutorada em Literatura Comparada, Isabel Rio Novo é autora de diversas publicações académicas sobre literatura portuguesa e francesa, teoria literária e estudos intermédia.

Como ficcionista, publicou a narrativa fantástica O Diabo Tranquilo (Campo das Letras, 2004), a partir de poemas de Daniel Maia-Pinto Rodrigues. Seguiu-se a novela A Caridade (Câmara Municipal de Portimão, 2005), com a qual obteve o Prémio Revelação Manuel Teixeira Gomes.

Com os romances Rio do Esquecimento (Dom Quixote, 2016) e A Febre das Almas Sensíveis (Dom Quixote, 2018) foi por duas vezes finalista do Prémio LeYa; e, no primeiro, também semifinalista do Prémio Oceanos.

Voltou a ser distinguida no meio literário com o romance Rua de Paris em Dia de Chuva (2020), finalista do Prémio Europeu de Literatura e do Prémio de Narrativa do PEN Clube; e com Madalena (Dom Quixote, 2022), que obteve o Prémio João Gaspar Simões.

Em 2019, publicou O Poço e a Estrada uma biografia de Agustina Bessa-Luís (Contraponto Editores); e em 2024 uma biografia de Luís Vaz de Camões (Contraponto Editores) − obras que notabilizaram a autora também no género biográfico.

©Paulo Morais

© DR

Lídia Jorge

Lídia Jorge publicou o seu primeiro romance, O Dia dos Prodígios, em 1980, a que se seguiram outros títulos. Mas foi com A Costa dos Murmúrios (1988), um livro que reflete a experiência da guerra colonial em África, que o seu nome se confirmou no panorama das letras portuguesas. Vários outros romances colocaram-na entre os autores europeus de referência. Romances como O Vale da Paixão (1998) ou O Vento Assobiando nas Gruas (2002) conferiram-lhe os mais importantes prémios nacionais, como O Prémio de Ficção do PEN Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus, ou o Grande Prémio de Romance da Associação Portuguesa de Escritores. Os seus livros estão publicados em diversas línguas. Entre os prémios internacionais, destacam-se o Prémio Jean Monet, Escritor Europeu do Ano 2000; a primeira edição do Prémio Albatroz da Fundação Günter Grass pelo conjunto da sua obra; o Prémio de Cultura Luso-Espanhol atribuído em 2015; ou ainda o Prémio FIL de Literatura em Línguas Românicas, Guadalajara, em 2020. Em 2014, publicou Os Memoráveis e, em 2018, Estuário, um romance sobre a vulnerabilidade da Terra. Seguiram-se O Livro das Tréguas (poesia, 2019) e Em Todos os Sentidos (crónica, 2020). No final de 2022, foi publicado o livro com o título de Misericórdia.

Lídia Jorge publicou o seu primeiro romance, O Dia dos Prodígios, em 1980, a que se seguiram outros títulos. Mas foi com A Costa dos Murmúrios (1988), um livro que reflete a experiência da guerra colonial em África, que o seu nome se confirmou no panorama das letras portuguesas. Vários outros romances colocaram-na entre os autores europeus de referência. Romances como O Vale da Paixão (1998) ou O Vento Assobiando nas Gruas (2002) conferiram-lhe os mais importantes prémios nacionais, como O Prémio de Ficção do PEN Clube, o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus, ou o Grande Prémio de Romance da Associação Portuguesa de Escritores. Os seus livros estão publicados em diversas línguas. Entre os prémios internacionais, destacam-se o Prémio Jean Monet, Escritor Europeu do Ano 2000; a primeira edição do Prémio Albatroz da Fundação Günter Grass pelo conjunto da sua obra; o Prémio de Cultura Luso-Espanhol atribuído em 2015; ou ainda o Prémio FIL de Literatura em Línguas Românicas, Guadalajara, em 2020. Em 2014, publicou Os Memoráveis e, em 2018, Estuário, um romance sobre a vulnerabilidade da Terra. Seguiram-se O Livro das Tréguas (poesia, 2019) e Em Todos os Sentidos (crónica, 2020). No final de 2022, foi publicado o livro com o título de Misericórdia.

Itamar Vieira Junior

Itamar Vieira Junior (Salvador, Bahia, 1979) é escritor e geógrafo, com doutoramento em Estudos Étnicos Africanos. Em 2019 publicou seu primeiro romance, Torto arado (Arado Torto), que venceu os prêmios LeYa (Portugal), Jabuti e Oceanos.

Itamar Vieira Junior (Salvador, Bahia, 1979) é escritor e geógrafo, com doutoramento em Estudos Étnicos Africanos. Em 2019 publicou seu primeiro romance, Torto arado (Arado Torto), que venceu os prêmios LeYa (Portugal), Jabuti e Oceanos.

©DR